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domingo, 15 de fevereiro de 2009

Pastoral da Juventude celebra sua 9ª Assembléia Diocesana



Neste último final de semana, 14 e 15/02, realizou-se no Colégio Marista em Criciúma a 9ª Assembléia Diocesana da Pastoral da Juventude da Diocese de Criciúma. Jovens de diferentes paróquias, comarcas, grupos de jovens, comunidades, realidades e pensamentos reuniram-se para celebrar, direcionar e avaliar à luz do tema Pastoral da Juventude: Identidade e Missão e lema "O que não tem sabor de vida, não merece nossa escolha" (Pe. Ludgero Buss) toda a caminhada da Pastoral da Juventude nesses últimos três anos, bem como trazer presente e celebrar toda a sua bonita história e edificação em busca da civilização do amor.

A Assembléia contou com uma empenhada equipe de preparação(EPA), que planejou e organizou todos os detalhes para o seu sucesso. Sucesso, que se deu também pela construção efetiva de todo o processo preparatório que antecedeu a esse bonito evento: a vida e celebração das comunidades e dos grupos que avaliaram às suas/nossas realidades e trouxeram importantes informações que puderam assim formar subsídios no intuito de fornecer dados de como anda o rosto da Juventude diocesana. A assessoria da assembléia ficou sob a coordenação de Geraldo Pires(Pé) da ONG Trilha Cidadã, que incitou a toda a Juventude uma reflexão para com esse rosto da Juventude da Diocese de Criciúma: discutiu-se, avaliou-se e estudou-se em grupos o quanto se pôde avançar ao longo desses anos. Foram atividades iniciadas, projetos realizados, sonhos concretizados. Muitas alegrias (como a criação da Escola Diocesana de Evangelização da Juventude-EDEJU, estruturação de uma equipe de comunicação diocesana, construção de materiais em parceria com outras pastorais e serviços, subsídios para os grupos de base, etc) que reavivaram o rosto jovem e puderam trazer novas perspectivas para com os jovens da diocese. Também percebeu-se e foi-se de encontro com as "pedras existentes no caminho", as dificuldades do dia-a-dia que muitas vezes são obstáculos para esse crescimento contínuo: constatou-se, discutiu-se e apresentou-se soluções para que a nova Coordenação possa dispor de prioridades que nortearão as linhas do plano de ação da Pastoral Juventude da Diocese de Criciúma.

A Assembléia também foi momento para se memorizar toda a caminhada de 11 anos da Pastoral da Juventude na Diocese e eleger a sua nova coordenação. A imagem do eterno amigo Pe. Ludgero Buss esteve sempre presente na memória e na celebração das importantes conquistas que conseguiu-se realizar ao longo dessa construção permanente. No encaminhamento da nova coordenação diocesana, aconteceu a indicação do então coordenador da Pastoral da Juventude da Comarca de Araranguá e da Equipe de comunicação da PJ, Marcos Tramontin Serafim, cujo o qual contemplou a todos os critérios exigidos pelo regimento da assembléia e, consequentemente, teve seu nome aclamado como novo Coordenador Diocesano da Pastoral da Juventude da Diocese de Criciúma. A nova coordenação, além de ter Marcos como coordenador geral, será também composta pelos membros das coordenações comarcais da Pastoral da Juventude.

Teve-se ainda importantes presenças na 9ª assembléia como o administrador diocesano Pe. Wilson Buss, o assessor referencial da PJ diocesana Pe. Bento Zilli, bem como outros assessores da PJ como Gláucio Mota, Gilberto Trombim, Neuza Mafra(ex-coordenadora diocesana de pastoral), além da presença do secretário regional das PJ's de Santa Catarina, Rodrigo da Silva.

Ao final da Assembléia realizou-se a celebração de envio coordenada por Pe. Wilson e Pe. Bento e prestou-se homenagem aos, agora, ex-membros da Coordenação Diocesana(Jordana, Barzan e Robinho). A 9ª Assembléia da PJ encontrou total êxito na disposição dos seus objetivos e na participação de todos para a realização destes. A PJ segue firme em busca da civilização do amor, trazendo....

"No rosto da Juventude, sorriso e virtude virando canção".
(Zé Vicente)

Mais fotos? Clique aqui!

Fonte: www.pjdiocri.blogspot.com

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Espiritualidade da PJ



Nossa espiritualidade


Espiritualidade
A espiritualidade é o que nos alimenta e nos dá vida. É o sopro de Deus que age em nosso ser. Todos nós temos já pela escolha de Deus um espírito que nos anima. Essa espiritualidade necessita ser alimentada no dia-a-dia e no contato íntimo com Deus através da palavra, que nos leva a se comprometer com o outro e a outra, com a comunidade e com a transformação de tudo que é contrário ao que Deus quer. Por isso dizemos que a espiritualidade da Pastoral da Juventude é:

Cristocêntrica – centrada em Jesus, amigo companheiro de caminhada.

Mariana – Maria se compromete com o projeto de Deus. É exemplo de fidelidade, disponibilidade, entrega.

Comunitária e eclesial – pois é no grupo e comunidade na que o jovem se identifica, partilha suas experiências e sonhos.

Leiga e Missionária – a presença do espírito nos grupos e comunidades instiga o jovem a servir os outros e a descobrir sua vocação missionária.

Encarnada e libertadora – O filho de Deus se encarna na realidade humana. Tem uma ligação de fé e vida. Tal presença é ativa e efetiva lutando pela libertação.

Orante – valoriza os momentos de oração pessoal e comunitária. A liturgia e as celebrações expressam a espiritualidade que nos alimenta e anima.

Celebrativa – a alegria da juventude manifesta-se na celebração da vida e do Espírito como festa inspirada na vitória pascal. A realização de encontros, festas, liturgia, caminhadas... são momentos de viver o Deus-felicidade que nos anima e revigora para a ação concreta.

A Teologia da Libertação é a nossa referência com a fundamentação da fé e o compromisso de luta e pé no chão. Nossa opção é de uma espiritualidade da libertação e da opção da Igreja pelos pobres. Podemos dizer então que a espiritualidade das Pastorais da Juventude é uma espiritualidade da alegria e anúncio de Jesus da vida, com a cara e o jeito da juventude.
Por isso necessitamos investir na nossa formação espiritual, participando e realizando momentos de estudo da palavra, Escolas Bíblicas e Litúrgicas e conhecimento do Ofício Divino das Comunidades e da Leitura Orante, para cultivar uma espiritualidade inculturada e ecumênica.

Espiritualidade e Mística - Construídas na auto-avaliação da PJ no seminário nacional da PJB em julho 2003
Falta a compreensão de qual é a mística da PJ; é necessário reafirmar nossa Espiritualidade Cristocêntrica e Mariana, encarnada na realidade de comunhão e participação; (Ajuda a entender que esse jeito se dá na prática. Não só entender mas ajudar a ver que nossa espiritualidade e mística são propostas que perpassam nossa vida e nosso cotidiano); Como fazer chegar à base os instrumentos pelos quais fazemos opção? Falta motivar para a criação de novos cantos e instrumentos e, também, fazer conhecer os existentes; Trabalhar uma fé que sustente para a luta; Ter clareza dos ritos (conhecer, entender e saber); Falta formação para espiritualidade; Falta um “lema”, um eixo comum. Uma “marca” da espiritualidade da PJ; Estabelecer mais parcerias (CEBs, Rede Celebra...) para proporcionar Escolas Bíblicas, Litúrgicas, Ofício Divino das Comunidades, Leitura Orante da Bíblica... A PJ deveria ter um CD de cantos, Ofícios, mantras... Estabelecer um “projeto” de espiritualidade nos moldes do SINM. Estudar Jesus a partir de indicativos relacionados por ano; Ter instrumentos com menos custos (ou grátis) e que cheguem; Que o próprio Jornal Juventude seja instrumento dessa ação, de forma sistemática e não com matérias.

Eclesialidade
Somos desafiados (as) a viver dentro da Macro-Igreja Hierárquica. Mas com resistência. Enfrentamos e fazemos acontecer. Muitas vezes reproduzimos o Poder da Hierarquia da Igreja em nossa organização. Questionamento: Dentro da Igreja nossa prática é coletiva?

Dimensão Política
O ANALFABETO POLÍTICO
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política... Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais".
(Bertold Brecht)

A Pastoral da Juventude exerce o papel fundamental de: Fomentar nos jovens senso crítico e capacidade de analisar a realidade cultural e social do mundo onde vivem. Formar os jovens na Doutrina Social da Igreja e nas ciências humanas para transformar a estrutura. Ajudar o jovem a integrar sua dimensão de fé com o compromisso sóciopolítico.

Levar o jovem a conhecer o Marxismo, o Capitalismo Liberal, a Doutrina da Segurança Nacional, para que possa dar respostas adequadas a estas ideologias a partir do Humanismo Cristão e discernir, nos sinais dos tempos, os que são enganadores e ilusórios.
No engajamento sóciopolítico a PJ precisa trabalhar ao mesmo tempo pela conversão dos corações e pela melhoria das estruturas.

Os Meios de Comunicação modernos muitas vezes são utilizados por determinados grupos para infiltrar nos jovens ideologias e práticas anti-comunitárias. É necessário, portanto, formar o senso crítico da juventude diante das mensagens transmitidas pela imprensa, rádio, cinema e televisão. O desenvolvimento do senso crítico deveria ser uma preocupação da Pastoral da Juventude.
Finalmente, deve-se insistir na formação moral dos jovens, formação pessoal, social e política, fundamentada nos valores do Reino. Ela deve impulsionar os jovens e adolescentes a uma honestidade de princípios que dê primazia ao social face aos interesses individuais, que leve à opção pelo compromisso político e à consciência de cidadania inspirados na Fé. (Pastoral da Juventude do Brasil. Documentos da CNBB - 44)

"A discussão política, para ser conseqüente, exige o conhecimento mínimo de conceitos básicos, que forma o "politiquês" no Brasil. A politização do jovem, necessária para transformá-lo em cidadão consciente e participativo, exige certa familiaridade com a cultura e a história". (Juventude Consciente - Xico Graziano - 2002, Editora Pontes)

A Pastoral da Juventude é herdeira de uma história que vem sendo construída em nosso país desde 1930 com a chamada Ação Católica.
A Pastoral da Juventude do Brasil mantém uma estrutura que parte dos grupos de jovens articulados em coordenações nos diversos níveis e ambientes.
“Só uma Juventude organizada, será uma juventude forte”. (PUEBLA, 1185/1188)


Fonte: PJ Maringá-PR
http://www.pjmaringa.com.br/v9/index.php?option=com_content&view=article&id=66:nossa-espiritualidade&catid=21:historia&Itemid=45

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Na Trilha do Grupo de Jovens: Como Vivenciar a Fé e a Mística no Grupo de Jovens?



A Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude lançou mais uma edição da coleção Na Trilha do Grupo de Jovens, intitulada “Como Vivenciar a Fé e a Mística no Grupo de Jovens?”.

A publicação deseja ser um instrumento para que os grupos de jovens possam refletir sobre as dimensões da pessoa, com destaque especial à dimensão da Evangelização. Para tanto, oferece um caminho que possibilita a vivência do Processo de Educação na Fé, considerando a pessoa do/a jovem e suas relações.

Sua proposta é favorecer o amadurecimento da fé, traduzida na participação, no engajamento e no apoio às ações desenvolvidas em vista da transformação da realidade para outro mundo possível, com relações alimentadas pela mística cristã.

  • Os pedidos do livro podem ser feitos no CCJ: ccj-sp@uol.com.br ou (11) 2917-1425. Valor: R$ 4,50. (não inclusas despesas com transporte).
  • Maiores informações: CAJU: (62) 4009-0339 ou recepcao@casadajuventude.org.br.


Fonte: http://www.casadajuventude.org.br/index.php?option=content&task=view&id=2294&Itemid=0

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Moção aprovada no 9º ENPJ

Os jovens que participam do 9o Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ), em Natal aprovaram a “Moção de solidariedade aos profetas e mártires das causas do Reino”. Na moção, os jovens lembram os bispos do Norte, ameaçados de morte; as 300 crianças mortas, no ano passado, na Santa Casa de Misericórdia de Belém, os quatro anos de morte da Ir. Dorothy Stang. Além disso, prestam solidariedade a dom Cappio e a dom Pedro Casaldáliga. Ao mesmo tempo, eles denunciam a violência que ocorre na Amazônia. “A Amazônia vem sendo destruída e marcada por grandes projetos, violência e assassinatos, desmatamento e trabalho escravo. Nos últimos vinte anos, somente no estado do Pará, foram assassinadas mais de 800 lideranças em conflitos de terra, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra”, afirmam os jovens.

Moção de solidariedade aos profetas e mártires das causas do Reino

Nós, jovens participantes do IX Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, reunidos em Natal-RN, nos dias 11 a 18 de janeiro de 2009, expressamos nossa solidariedade aos religiosos ameaçados de morte do Regional Norte II, Dom E rwin Kraütler (bispo da Prelaxia do Xingu-PA), Dom Luiz Azcona (bispo da Prelazia de Marajó-PA) e Dom Flávio Giovenale (bispo da Diocese de Abaetetuba-PA), Frei Henri des Roziers (da Comissão Pastoral da Terra, Xinguara-PA) e Pe. José Amaro Lopes (Comissão Pastoral da Terra do Xingu, Anapu-PA). Esses religiosos enfrentam fortes ameaças por terem denunciado a violação dos direitos humanos na Amazônia, a exploração sexual de crianças e adolescentes, o tráfico humano, o narcotráfico, os grandes projetos (como o complexo hidroelétrico de Belo Monte, no Xingu, e a companhia Vale do Rio Doce), e os assassinatos decorrentes dos conflitos no campo e na cidade. Prestamos solidariedade, ainda, aos camponeses do Norte, que também são afetados diretamente pelo modelo político-econômico vigente em nosso país. A Amazônia vem sendo destruída e marcada por grandes projetos, violência e assassinatos, desmatamento e trabalho escravo. Nos últimos vinte anos, somente no estado do Pará, foram assassinadas mais de 800 lideranças em conflitos de terra, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra. Denunciamos os crimes que a Vale, antiga Companhia Vale do Rio Doce, vem fazendo em terras paraenses, explorando de forma violenta e opressora nosso povo e nosso chão. A grande causa das ameaças contra os religiosos é, portanto, o fato de se colocarem contra o modelo de política econômica capitalista para a Amazônia, que não leva em consideração a vida dos povos Amazônidas e suas culturas. São projetos determ inados de cima para baixo, que dizimam culturas e povos.Queremos fazer memória às mais de 300 crianças mortas em 2008 na Santa Casa de Misericórdia, em Belém, devido à ausência covarde do Estado, que não leva em consideração a vida daqueles e daquelas que não têm voz nem vez. Manifestamos nossa solidariedade, ainda, aos mártires Amazônidas que, profeticamente, se tornaram um marco referencial para nossa caminhada e nossa luta, recordando, especialmente, os quatro anos do assassinato de Ir. Dorothy Stang, em Anapu-PA, a serem celebrados no próximo dia 12 de fevereiro. Igualmente, fazemos memória ao profetismo de Dom Luiz Cappio, bispo de Barra-BA, cujo testemunho de santidade e de incondicional amor aos pobres e sofredores o leva a uma infindável luta contra a transposição e morte do rio São Francisco, chegando, mesmo, a oferecer a própria a vida. Continua sendo uma referência para nós também o profetismo revolucionário de Dom Pedro Casaldáliga, nas águas do Araguaia. Inspirado no evangelho de Jesus Cristo e fiel à Igreja, ele sempre se contrapôs à política do capital, do agronegócio e da monocultura em nosso país. Animem-nos e fortaleçam-nos suas palavras: "Malditas sejam todas as cercas!Malditas todas as propriedades privadas que nos privam de viver e de amar!Malditas sejam todas as leis, amanhadas por umas poucas mãos, para ampararem cercas e bois e fazerem da terra escrava e escravos os homens!"(D. Pedro Casaldáliga)
Natal-RN, 17 de janeiro de 2009, 9o Encontro Nacional da Pastoral da Juventude

domingo, 25 de janeiro de 2009

PJMP comemora 30 anos

De 26 a 30 de janeiro acontece o 3º Congresso Nacional em comemoração aos 30 anos da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), em Bom Jesus da Lapa (BA), com o tema: “PJMP: 30 anos de fé e vida no meio popular”.


Durante os cinco dias acontecerão celebrações, mesas redondas, oficinas e, à noite, shows culturais com artistas regionais e nacionais. Para os jovens que participarão do Congresso, os principais objetivos são fazer do evento um momento de animação e fortalecimento da juventude de todo o Brasil, bem como dar sentido a uma vivência espiritual e comunitária, por meio de oração, partilha e solidariedade.


ORAÇÃO PELO 3º CONGRESSO NACIONAL DA PJMP

Senhor Deus! Nosso Bom Pai dos homens e das mulheres, dos pequenos e dos grandes, dos jovens e das crianças, dos idosos e dos enfermos, pai de toda família humana, nós vos agradecemos pelo dom de nossas vidas.
Do nascer ao pôr do sol, sob o esplendor do luar e do brilho das estrelas, nós vos louvamos pelo dom da vida e da natureza.


Ao som do vento que canta, da chuva fria que molha a terra e faz gerar os alimentos, nós vos bendizemos por tudo que gera vida e a faz digna de ser vivida.

Obrigado, Senhor, pelos 30 anos de vida de nossa Pastoral da Juventude do Meio Popular.
Obrigado, Senhor, por termos sido, ao longo desse tempo, instrumentos de vida para outros jovens sedentos e famintos de dignid

ade, cidadania e vida plena.


Nós vos pedimos, abençoai nosso Congresso, a ser realizado aos pés do Senhor Bom Jesus da Lapa. Que seja um momento de comunhão para juntos celebrarmos a vida, e de luz para unidos pensarmos o futuro que nos des

afia.


De mãos dadas, com um só pensamento e de coração que bate junto, queremos, como discípulos e missionários, sermos instrumentos de amor e de paz para toda a juventude e em especial a do meio popular.
AMÉM!

(D. Frei Luiz Flávio Cappio – Bispo da Diocese da Barra – BA)